A escolha de uma residência terapêutica deve levar em conta muito mais do que a estrutura física. É preciso olhar para a pessoa, sua autonomia, seus vínculos e o tipo de cuidado que favorece sua qualidade de vida.
Psicanalista convive e atua desde 1983 no dia-a-dia com pessoas que sofrem de transtornos mentais, e além do atendimento psicoterápico em consultório particular, cursou o MBA de Gestão de Saúde Executivo Administração pela FGV(2015/2017).
Neste vídeo, explicamos de forma simples quais são os principais modelos de residência terapêutica e como cada um pode atender necessidades diferentes de cuidado, autonomia, convivência e acompanhamento.
Mais do que oferecer moradia, uma residência terapêutica deve considerar a história, o momento de vida, o grau de independência e as necessidades emocionais, sociais e clínicas de cada pessoa.
Um conteúdo para ajudar famílias a compreenderem melhor as possibilidades de cuidado em ambientes protegidos, acolhedores e estruturados.
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